O Sistema Privado de Saúde das empresas em Portugal é de comparticipação.
Assim, cada vez que for ao médico, realizar exames analíticos ou realizar uma cirurgia, deverá pagar parte desse ato.
Quais são as consequências?

  1. Pessoas que precisam de atendimento médico, têm problemas de saúde, que não podem esperar pelo sistema público e costumam ser graves, não vão ao médico, só porque têm diagnóstico ou por pequenos problemas. Isto evita o colapso do sistema de saúde, a sua utilização excessiva e a sua ampliação.
  2. Um sistema de saúde privado menor, que pode ter menos estrutura, já que a demanda é menor.
  3. A avaliação do custo dos cuidados de saúde, que sendo um sistema de pagamento mensal do serviço médico contratado como ocorre noutros países, acaba por representar uma utilização excessiva do mesmo.
  4. Possibilidade de abertura de consultórios médicos em Centros Comerciais, pois o paciente vem com justificação adequada, com a vantagem de dispor destes centros médicos, restaurantes e facilidade de estacionamento.
  5. Negativamente, pode atrasar o diagnóstico do dano, por não querer efetuar o co-pagamento
  6. Os custos são mais elevados nas apólices médicas de co-pagamento em Portugal, do que nos outros países, com apólices médicas sem co-pagamento.

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