O Sistema Privado de Saúde das empresas em Portugal é de comparticipação.
Assim, cada vez que for ao médico, realizar exames analíticos ou realizar uma cirurgia, deverá pagar parte desse ato.
Quais são as consequências?
- Pessoas que precisam de atendimento médico, têm problemas de saúde, que não podem esperar pelo sistema público e costumam ser graves, não vão ao médico, só porque têm diagnóstico ou por pequenos problemas. Isto evita o colapso do sistema de saúde, a sua utilização excessiva e a sua ampliação.
- Um sistema de saúde privado menor, que pode ter menos estrutura, já que a demanda é menor.
- A avaliação do custo dos cuidados de saúde, que sendo um sistema de pagamento mensal do serviço médico contratado como ocorre noutros países, acaba por representar uma utilização excessiva do mesmo.
- Possibilidade de abertura de consultórios médicos em Centros Comerciais, pois o paciente vem com justificação adequada, com a vantagem de dispor destes centros médicos, restaurantes e facilidade de estacionamento.
- Negativamente, pode atrasar o diagnóstico do dano, por não querer efetuar o co-pagamento
- Os custos são mais elevados nas apólices médicas de co-pagamento em Portugal, do que nos outros países, com apólices médicas sem co-pagamento.

